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Missa na Basílica de São Paulo Fora dos Muros encerra a Visita Ad Limina do Regional Leste 1

outubro 7, 2022 / no comments

Missa na Basílica de São Paulo Fora dos Muros encerra a Visita Ad Limina do Regional Leste 1

 

 

Na tarde desta sexta-feira, 7 de outubro, Dia de Nossa Senhora do Rosário, o Arcebispo Metropolitano de Niterói e Presidente do Regional Leste 1 da CNBB, Dom José Francisco Rezende Dias, presidiu a Santa Missa na Basílica Papal de São Paulo Fora dos Muros, encerrando assim a Visita Ad Limina Apostolorum dos bispos do Estado do Rio de Janeiro.

Foram cinco dias intensos de trabalho, oração e fraternidade que se iniciaram com a celebração da eucaristia na cripta da basílica vaticana de São Pedro e o encontro com o Papa Francisco e conclui-se, providencialmente, com a visita ao Dicastério para a Evangelização e a missa na Basílica dedicada ao Apóstolo dos Gentios. Curiosamente a abadia recebe este nome por ter sido construída fora dos Muros Aurelianos que protegiam a antiga cidade de Roma. De beleza exuberante a igreja foi erguida sobre o que a Tradição conta ter sido o local onde São Paulo foi sepultado. Juntamente com as Basílicas de São Pedro, São João de Latrão e Santa Maria Maior é uma das quatro Basílicas Papais de Roma.

Em sua homilia, o Presidente do Regional Leste 1, iniciou falando de gratidão, louvando a a Deus por todos e todas que colaboraram para que a Visita Ad Limina fosse um tempo de graça no Senhor. E seguiu exortando os presentes sobre festa mariana que celebravam, o Dia de Nossa Senhora do Rosário.

Segundo o portal Vatican News, “As origens do santo Rosário remontam ao ano 1212, quando São Domingos de Gusmão, durante sua permanência em Toulouse, viu a Virgem Maria, que lhe entregou o Rosário, como resposta a uma de suas orações, para saber como combater a heresia albigense. A vitória alcançada levou-o a ver na oração do Rosário o instrumento para encontrar refúgio e conforto, força e confiança para enfrentar e superar as dificuldades da vida, encontrando no terço o ‘escudo’ para vencer as heresias. A ‘entrega’ do rosário pela Virgem Maria e a sua simplicidade contribuíram para a difusão desta prática de piedade entre o povo, reconhecida pelo Papa Francisco como ‘mística do povo’.”, descreve o site.

 

Leia a íntegra da homilia de Dom José Francisco:

​“Queridos irmãos no sacramento da Ordem, queridos irmãos e irmãs no Batismo. Aqui, nos reunimos na Basílica de São Paulo, nesse último dia de nossa peregrinação e visita à Sé de Pedro. Hoje, nossa Eucaristia tem a tônica de ação de graças a Deus por tudo o que Ele permitiu que vivêssemos nesses dias. Agradecemos a Deus, trazendo no coração e na oração, todos aqueles que nos acolheram, especialmente, o Papa Francisco, os representantes dos Dicastérios, os irmãos da Opera dela Chiesa, do Colégio Pio Brasileiro e aqueles que nos acompanharam, com suas orações, lembrando nossas Arquidioceses e Dioceses e, de modo especial, agradecer à Rede Vida de Televisão, nas pessoas de Luciana e Paulo.

Aqui, nesta Basílica, somos convidados a renovar nossa fé e nosso ardor missionário, a exemplo do apóstolo Paulo que doou sua vida pela causa de Jesus, anunciando o Evangelho às nações.

Estamos no mês missionário, quando celebramos o Dia de Nossa Senhora do Rosário, que é a primeira sexta-feira do mês e dia do aniversário de Dom Alano. Ontem, foi aniversário da Luciana que nos acompanhou. Portanto, são muitos os motivos para agradecermos e louvarmos ao Senhor.

A Palavra de Deus, no conhecido texto da Anunciação, apresenta-nos o segredo de Maria, a Cheia de Graça, a Perfeita Discípula do Senhor, que respondeu, de maneira plena e livre ao projeto de Deus. Concebida sem pecado, ela nasceu com a liberdade integrada, uma liberdade interior capaz de acolher e responder à proposta divina. A sua vida foi só Sim a Deus.

Faça-se em mim, segundo a tua Palavra

A história de Maria começa com uma expressão que resume sua existência: cheia de graça. Ao entrar em sua casa, o anjo lhe disse: Alegra-te, cheia de graça, e outra vez: Não tenhas medo, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Portanto, na graça encontra-se a identidade mais profunda de Maria. Ela é a proclamação viva, concreta de que a graça é a realidade mais importante no relacionamento entre Deus e as pessoas.

Na Bíblia, Deus é apresentado como doador da graça, num sentido ativo, como Aquele que preenche de graça. Maria – e com ela toda pessoa – é cheia de graça, num sentido passivo, enquanto acolhe a graça que vem de Deus.

Para nós, a palavra graça significa beleza, fascinação, amabilidade, algo espirituoso que traz alegria. Também, quando dizemos que um condenado à morte foi agraciado, queremos esclarecer que ele recebeu o perdão de sua culpa. Na Bíblia, nós sabemos que a palavra graça significa o benefício gratuito, livre e sem motivo que vem da parte de Deus para a felicidade de seu povo. A palavra graça também tem o sentido de um favor divino que torna a pessoa bela, amável, encantadora.

Na saudação do anjo, encontramos estes dois sentidos: Maria encontrou graça junto de Deus, nela Deus se faz presente; Maria também é graciosa, bela, encantadora, sua beleza está na santidade, que lhe vem do próprio Deus.

Sendo graciosa e convidada a ser a mãe do Salvador, o que ela faz? Ela escuta, interroga, medita. E, numa atitude de diálogo, simplicidade, delicadeza e atenção, perfeitamente proporcional à nova situação, situação imprevisível e inédita, ela responde ao anjo com fé: Faça-se em mim segundo a tua Palavra. Com estas poucas e simples palavras, realiza-se o maior e mais decisivo ato de fé, na história da humanidade que transformou o ser humano em morada de Deus.

Maria se coloca como uma página em branco, na qual Deus pode escrever tudo o que quiser, coloca-se como uma empregada pronta a servir a seu Senhor. Ela é cheia de graça, porque acolhe o plano de Deus em sua vida e na história. Assim, ela se torna modelo de realização da vontade de Deus, o instrumento privilegiado pelo qual o Evangelho Vivo entra em nossa história.

Faça-se em mim segundo a tua Palavra.

Hoje, também nós, como Maria e com a sua proteção, somos chamados a testemunhar o projeto do Reino em nossa missão apostólica, em nossa história, em nossas Igrejas Particulares.

Diante de tantas situações na Igreja e no mundo, que partilhamos, ouvimos e discutimos nesses dias, somos convidados a olhar para Maria e reconhecer que a nossa vida e a vida do mundo têm sentido se fizermos a vontade de Deus.

Como ela esteve presente em oração junto aos Apóstolos, aguardando a vinda do Espírito e o nascimento da Igreja missionária, Maria continua sua missão de intercessora pela Igreja e por nós, sucessores dos Apóstolos, animando-nos na fidelidade e no serviço ao Evangelho.

Peçamos a ela, invocada com o título de Senhora do Rosário, e ao apóstolo Paulo que nos acompanhem em nosso retorno e nos encorajem no cumprimento de nossa missão como apóstolos de Jesus Cristo.

Encerro com um pensamento que revela a presença de Maria na vida de Jesus, da Igreja e em nossas vidas:

Presente em Caná, quando a água se fez vinho;
na cruz, quando o vinho se fez sangue;
em Pentecostes, quando o sangue se fez fogo,
Maria estará presente na Parusia,
quando o fogo será a luz da eterna glória.

 

Veja a seguir a reportagem de Luciana Martins e Paulo Junior para a Rede Vida de Televisão:

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Imagens e Vídeos: Luciana Martins e Paulo Junior (Rede Vida)

Colaboração: João Dias (Arquidiocese de Niterói)

Ide pelo mundo! Visita ao Dicastério para a Evangelização encerra os compromissos pastorais da Visita Ad Limina do Regional Leste 1

outubro 7, 2022 / no comments

Ide pelo mundo! Visita ao Dicastério para a Evangelização encerra os compromissos pastorais da Visita Ad Limina do Regional Leste 1

 

O último Dicastério a ser visitado, encerrando assim os compromissos pastorais da Visita Ad Limina Apostolorum, foi o Dicastério para a Evangelização. Durante a visita, Dom Gilson Andrade da Silva, bispo de Nova Iguaçu e Vice-presidente do Regional Leste 1 – CNBB, saudou o Pró-Prefeito do organismo da Sé Apostólica, o Cardeal Rino Fisichella e as demais autoridades presentes. Foi um momento de muita emoção e unidade com a Igreja de Cristo.

“O Dicastério para a Evangelização, lê-se nos números 53 e 54 da Constituição Apostólica Praedicate Evangelium, está a serviço da obra de evangelização para que Cristo, luz dos povos, seja conhecido e testemunhado por palavras e obras e para que seu Corpo Místico, que é a Igreja, possa ser edificado. O Dicastério é competente para as questões fundamentais da evangelização no mundo e para a instituição, acompanhamento e apoio das novas Igrejas particulares, salvo a competência do Dicastério para as Igrejas Orientais”.

O Dicastério, afirma-se, “é presidido diretamente pelo Romano Pontífice, o Papa”. Compõe-se de duas seções, cada uma das quais “é dirigida em seu nome e por sua autoridade por um Pró-Prefeito”. Uma das duas Seções ocupa-se das “questões fundamentais da evangelização no mundo” e a outra da “primeira evangelização e das novas Igrejas particulares nos territórios de sua competência” como afirma a Santa Sé.

Durante seu discurso, o Dom Gilson reforçou, em nome do Regional Leste 1, o compromisso da Igreja do Estado do Rio de Janeiro, no “vínculo afetivo e efetivo da comunhão com Pedro para a realização do desejo do Senhor de uma Igreja em saída.”, afirmou o bispo. Ele iniciou seu discurso destacando que “…nessas duas últimas décadas, nossas Igrejas particulares têm procurado pautar a ação evangelizadora atentas às indicações dos Santos Padres e às Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que há 15 anos encontram sua inspiração pastoral nas propostas emanadas pela Conferência de Aparecida.”

Veja a reportagem de Luciana Martins e Paulo Junior para a Rede Vida sobre este compromisso:

 

A seguir, você pode ler, na íntegra, o discurso de Dom Gilson Andrade no Dicastério para a Evangelização:

“Agradeço a oportunidade de, em nome de meus irmãos no episcopado do Regional Leste 1 da CNBB, dirigir-lhes estas palavras de saudação e de apresentação, mesmo que breve, da realidade da nossa presença e dos desafios à evangelização no Estado do Rio de Janeiro.

Estamos aqui representadas 11 circunscrições eclesiásticas: 2 Arquidioceses, 8 dioceses e 1 Administração Apostólica; com realidades geográficas diversas, mas diante de desafios culturais comuns.

Nessas duas últimas décadas, nossas Igrejas particulares têm procurado pautar a ação evangelizadora atentas às indicações dos Santos Padres e às Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que há 15 anos encontram sua inspiração pastoral nas propostas emanadas pela Conferência de Aparecida.

Atualmente, com a Igreja no Brasil, nos propomos responder aos desafios da evangelização diante da difusa cultura urbana, procurando ser Igreja em estado permanente de missão, incentivando o fomento das pequenas comunidades eclesiais missionárias como forma de uma experiência de fé mais intensa e mais próxima das pessoas nos lugares onde elas vivem.

Alguns desafios para a evangelização são compartilhados por todas as nossas (arqui) dioceses como, por exemplo, encontrar caminhos para a formação dos discípulos missionários com inspiração catecumenal, especialmente no tocante à Iniciação cristã; transformar a ação missionária como paradigmática de toda a vida eclesial, conforme nos indica o Papa Francisco na Evangelii Gaudium; fomentar a cultura vocacional, a renovação de nossas lideranças laicais, a busca pelos jovens e a criatividade para atraí-los para Jesus Cristo na Igreja, o enfrentamento do avanço e da influência cultural das comunidades evangélicas neopentecostais, a violência crescente, o descrédito para com a vida pública, diante da histórica corrupção no mundo da administração pública.

Preocupa-nos o número crescente daqueles que se declaram ‘sem religião’, embora sem negar a crença difusa na divindade. Segundo as atuais estatísticas, estes números aumentam progressivamente até mais do que os dos grupos evangélicos.

Com toda a Igreja no Brasil, compartilhamos a solidariedade para com os pobres, especialmente no campo da ação social, com iniciativas que representam mais atenção para com eles, em perspectiva do fomento de uma cultura mais solidária. A criação do Dia dos Pobres contribuiu para um esforço maior de integração das pastorais sociais na missão específica da Igreja, junto à realidade das diversas pobrezas. 

A escuta para o Sínodo de 2023 tem-nos ajudado a tomar nova consciência de que nossas Igrejas possuem estruturas para o desenvolvimento da Igreja na perspectiva sinodal e, que, portanto, nos sentimos ainda mais impelidos a valorizá-las na dimensão missionária, envolvendo toda a riqueza pastoral de nossas Igrejas. Vemos, com grande esperança, a experiência das novas realidades eclesiais (Movimentos e Novas Comunidades) que trazem renovado frescor, especialmente para a evangelização da juventude.

A juventude, por outro lado, representa um dos desafios inadiáveis. A Igreja na América Latina fez opção preferencial pelos pobres e também pelos jovens.

Como Regional, temos procurado ações comuns no enfrentamento desses desafios. A criação e a constante expansão dos Conselhos Missionários em vários níveis (Nacional, Regional, Diocesano, Paroquial e de Seminaristas) contribuem para o fomento da necessária animação missionária da pastoral. No entanto, reconhecemos a dificuldade de superar um estilo de pastoral mais de conservação das coisas que já existem em detrimento de uma ação mais missionária. No âmbito da formação inicial dos presbíteros, crescem iniciativas que ajudam a fomentar a dimensão missionária da vocação ao sacerdócio ministerial.

Além disso, algumas de nossas dioceses têm experiência de envios de sacerdotes para regiões mais necessitadas do Brasil, especialmente da Amazônia, favorecendo, inclusive, o envio de seminaristas para tempos de estágios pastorais.

Ainda gostaríamos de destacar que, na atual reforma da Cúria romana, através da Constituição Apostólica Predicate Evangelium, a presença do Santo Padre à frente desse Dicastério é indicativo para nós do zelo e da atenção prioritária que, como Bispos, devemos assumir na ação missionária, em atenção ao mandato missionário de Nosso Senhor.

Uma última palavra de gratidão a esse Dicastério, pelo apoio que recebemos na promoção da ação evangelizadora em nossas Igrejas e pela oportunidade deste encontro que reforça, em nós, o vínculo afetivo e efetivo da comunhão com Pedro para a realização do desejo do Senhor de uma Igreja em saída.

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Imagens e Vídeos: Luciana Martins e Paulo Junior (Rede Vida)

Colaboração: João Dias (Arquidiocese de Niterói)

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