Encontro Regional de Coordenadores e Assessores das Pastorais e Movimentos da CNBB no Leste 1: Reflexões e Planejamento

Na última quarta-feira, dia 16 de agosto, os coordenadores e assessores das pastorais, movimentos e organismos do Regional Leste 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realizaram um encontro com a nova presidência, marcando um momento de reflexão, planejamento e diálogo.
Os encontros, que costumavam ser realizados no Mosteiro São Bento, tiveram um novo local, ocorrendo agora no Centro de Formação da Diocese de Nova Iguaçu, na Sala Padre Fernando. A mudança de local se deu em virtude do trânsito caótico que tem assolado as principais vias de acesso à cidade do Rio de Janeiro, o que dificultava a participação efetiva dos membros das dioceses mais distantes do Regional Leste 1.
O evento contou com a participação ativa dos padres coordenadores de pastoral das Dioceses do Estado do Rio de Janeiro, reunindo líderes religiosos e representantes de movimentos em um clima de reflexão e colaboração.
A primeira parte da reunião que foi conduzida por Dom Gilson Andrade, bispo de Nova Iguaçu e presidente do Regional Leste 1 – CNBB, contou com a colaboração do bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antônio Luiz Catelan Ferreira. O bispo abordou a temática “Os desafios pastorais diante dos atuais fenômenos religiosos”, trazendo em sua fala uma análise dos dados preliminares divulgados pelo último Censo do IBGE, sobre a atual situação religiosa no país e os desafios que a Igreja enfrenta, principalmente em nossa realidade.
Em seguida, Padre Jovane Carmo, secretário-executivo do Regional, abordou os critérios fundamentais para o fomento das atividades das pastorais e destacou a importância do planejamento para uma organização mais eficaz do Leste 1.
O encontro culminou com a realização do repasse das atividades e da situação das pastorais no âmbito do Regional Leste 1. Os representantes das dioceses compartilharam suas experiências, desafios e conquistas, fortalecendo o diálogo e a colaboração entre as diferentes instâncias religiosas.
Esse encontro demonstrou o comprometimento do Regional Leste 1 – CNBB com a formação contínua de seus membros e a busca por soluções para os desafios enfrentados pela Igreja Católica no contexto contemporâneo. A troca de conhecimento e experiências entre os líderes religiosos promete contribuir para um futuro mais sólido e eficiente das pastorais e movimentos aqui presentes e serão novamente abordados na Assembleia Regional em novembro no Centro de Estudos do Sumaré.
Veja imagens da Reunião Regional:
Imagens: Adielson Agrelos – CNBB Leste 1


Ao receber a distinção, Dom Gilson Andrade que é presidente do Regional Leste 1 – CNBB, agradeceu e fez um apelo às autoridades presentes para que se sensibilizem com as necessidades da região da Baixada Fluminense – “com esta homenagem se põe em destaque a relevância, em relação ao bem comum, da presença da Igreja católica na região da Baixada Fluminense, marcada pelo estigma da desigualdade social e da violência. A Igreja Católica na Baixada sempre procurou os meios para ser presença atuante ao lado dos marginalizados e pobres. Inúmeras iniciativas de cunho socioeducativo são promovidas pelos católicos para o anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo e do seu Reino, na linha da garantia dos direitos humanos fundamentais e da transformação social. Com a nossa presença neste Plenário, o olhar desta casa se volta mais uma vez para a realidade da Baixada Fluminense e o clamor por reconhecimento e mais empenho da parte do poder público pela dignidade das pessoas que lá vivem, especialmente os mais pobres” disse, Dom Gilson.
Em consonância com essas questões, Dom Luiz Henrique, secretário do Regional Leste 1 – CNBB, também agradeceu pela homenagem e dedicou-a ao povo do sul fluminense e do Vale do Aço. Em seu discurso, o bispo fez um apelo corajoso aos deputados – “a população voltarredondense e da região pede socorro. Senhores Deputados sejam corajosos! Há 6 anos, a obrigatoriedade do Estado na medição dos poluentes particulares foi retirada da fiscalização. Todos os outros estados possuem esta aferição. Faço este apelo em nome do querido povo do Sul Fluminense, precisamos de vocês. Nos apoiem nesta luta por mais qualidade de vida. Essa Medalha Tiradentes representa o apelo dos cidadãos do Sul Fluminense para a ampliação da fiscalização dos poluentes. Na região, destaca-se o Rio Paraíba do Sul, o mais importante para a capital e o estado do Rio de Janeiro” finalizou, Dom Luiz Henrique.