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Mensagem dos Bispos do Regional Leste 1 da CNBB para os fiéis no Domingo da Misericórdia sobre a reconciliação

abril 12, 2023 / no comments

MENSAGEM DOS BISPOS DO REGIONAL LESTE 1 DA CNBB PARA OS FIÉIS NO DOMINGO DA MISERICÓRDIA SOBRE A RECONCILIAÇÃO

“Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade” (Ef 2, 14)

 

O 2º Domingo da Páscoa, o Domingo da Misericórdia, recorda-nos o dom do Espírito para o perdão (cf. Jo 20, 22-23). A reconciliação é dom do Cristo Ressuscitado. Em um mundo dilacerado por discórdias, a nova presença do Senhor nos oferece oportunidade de superação do que nos separa de Deus e uns dos outros.

Muito se tem falado a respeito da polarização da sociedade. Temos sentido seus efeitos negativos e desagregadores. Como Igreja, esse fenômeno muito nos questiona. Durante a última reunião do Conselho Episcopal do Regional Leste 1, realizada no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de março de 2023, tratamos desse tema e em nossa oração tivemos presente suas consequências.

Somos conscientes que é parte fundamental de nossa missão como Bispos promover a unidade, a comunhão e a reconciliação em nossas comunidades e colaborar para que haja também comunhão em nossa sociedade.  Decidimos, então, que o Domingo da Misericórdia (2º Domingo da Páscoa) deste ano de 2023 seja também um dia de oração em favor da superação da polarização e de promoção da reconciliação. O Concílio Vaticano II reafirmou que “a Igreja, em Cristo, é como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano” (Constituição dogmática Lumen Gentium sobre a Igreja, n. 1).

A interação positiva entre pensamentos diferentes promove o bem social. Para a sociedade, como também para a Igreja, as legítimas diferenças são um bem comum. A comunhão e a valorização recíproca entre carismas, ministérios e teologias diferentes são muito importantes para o bem da Igreja e para o cumprimento de sua missão evangelizadora. Formamos em Cristo um só corpo porque fomos batizados em um único batismo, recebemos o mesmo Espírito (1Cor 12,13) e comemos do mesmo Pão (1Cor 10,17).

A polarização nega o valor da diversidade de opiniões, fragmenta a sociedade e fere também a comunhão eclesial. Ela chega a romper vínculos tão fundamentais como a união familiar e a amizade pessoal e social. “A Igreja compreende a sua missão de empenhar-se, seguindo as pegadas do Senhor, pela conversão dos corações e pela reconciliação dos homens com Deus e entre si, duas realidades que estão intimamente conexas” (S. João Paulo II, Exortação Apostólica Reconciliação e Penitência, n. 6).

Nosso encontro com Jesus Cristo e nossa experiência do grande bem que é a comunhão, nos torna conscientes de que é parte de nossa missão contribuir para superar a polarização e para promover os valores que previnem contra a desagregação social e edificam uma sociedade melhor. Evangelizar, em uma sociedade polarizada, significa sermos promotores de encontro, de união, de correspondência e de reconciliação. O Papa Francisco recorda que a Igreja “é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos” (Mensagem para o 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais [2016]).

Nas situações conflitivas ou tensas, temos de ter presente o bem e os valores morais e sociais que estão em questão. Não podemos comprometer ou ferir esses bens, nem a comunhão da Igreja, das famílias e da sociedade por motivos ideológicos ou políticos. O bem da comunhão está acima desses motivos e deve ser guardado e promovido em qualquer situação. Quando esse bem é ferido o remédio que o cura é a reconciliação.

Por isso, neste Domingo da Misericórdia, pedimos ao Bom Deus que nos ilumine para bem discernir as raízes mais profundas da polarização e para identificarmos suas consequências, como também nos fortaleça para bem agir superando a polarização e promovendo a comunhão.

Com esta intenção, rezemos: “Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa Paz. Onde houver Ódio, que eu leve o Amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união; onde houver dúvida, que eu leve a fé; onde houver erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria; onde houver trevas, que eu leve a luz! Ó Mestre, fazei que eu procure mais: consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado, pois é dando, que se recebe; é perdoando, que se é perdoado e é morrendo, que se vive para a vida eterna! Amém”

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Representação do Leste 1 participa de encontro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB

março 23, 2023 / no comments

Representação do Leste 1 participa de encontro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB

Bispos e padres referenciais da Pastoral Juvenil estiveram reunidos nos dias 16 e 17 de março, em São Paulo, em encontro nacional promovido pela Comissão Episcopal para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ao final do encontro, os membros da Comissão divulgaram uma carta na qual renovam o compromisso de estar ao lado dos jovens.

A programação contou com uma videoconferência sobre “juventude e sinodalidade”, conduzida pelo padre João Chagas, colaborador do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, em Roma. Também foram feitas partilhas e uma formação sobre a realidade atual da juventude.

Na carta, os bispos recordam o atual projeto de evangelização da juventude católica do Brasil, “Ao seu lado”. O documento “convida a olhar com otimismo para frente e renovar o nosso entusiasmo, em meio aos desafios juvenis, estimulados pela esperança”.

Eles lembram ainda que, nos últimos anos, os problemas juvenis se tornaram mais evidentes e clamorosos devido às consequências da pandemia da COVID-19. “Todas essas situações e tantas outras, mais do que levar-nos ao pessimismo, nos motivam a renovar a paixão pela evangelização dos jovens através de uma renovada Pastoral Juvenil”, destacam.

Representando o Regional Leste 1, estiveram presentes o Padre Alcindo Martins Milena, assessor da Comissão Regional para a Juventude e Dom Nelson Francelino, bispo de Valença e que, além de ser o presidente da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, desempenha a função de bispo referencial da Juventude no Estado do Rio de Janeiro.

Confira o texto na íntegra:

 

São Paulo, 17 de março de 2023

 

Estimados irmãos no episcopado, sacerdotes, religiosos (as), assessores e lideranças juvenis!

A Comissão Episcopal para a Juventude, os bispos referenciais dos regionais da CNBB e os padres assessores estiveram reunidos de 15 a 17 de março de 2023, em São Paulo/SP. Foram dias de reflexão, intercâmbio de experiências pastorais, agradável convivência e estudo do novo Projeto da Pastoral Juvenil: “Ao seu lado”.

Em nome de toda a Igreja do Brasil, renovamos o nosso compromisso de estar ao lado dos jovens como amigos que escutam seus anseios, como educadores que estimulam o sentido da vida e como pastores sensíveis que desejam acompanhar os jovens em todas as circunstâncias de suas vidas.

O atual projeto de evangelização da juventude católica do Brasil nos convida a olhar com otimismo para frente e renovar o nosso entusiasmo, em meio aos desafios juvenis, estimulados pela esperança. Como nos diz o Papa Francisco: “Quando te sentires envelhecido pela tristeza, os rancores, os medos, as dúvidas ou os fracassos, Jesus estará ao teu lado para te devolver a força e a esperança” (CV, 2).

Nos últimos anos os problemas juvenis se tornaram mais evidentes e clamorosos devido às consequências da pandemia da COVID-19, entre as quais destacamos: o enfraquecimento do sentido da vida, o aumento do vazio existencial, a expansão dos vícios e do tráfico de entorpecentes, o crescimento do número de suicídios, o desemprego, a ineficiência das políticas públicas voltadas para os jovens, o processo crescente da indiferença religiosa no mundo juvenil e o afastamento de muitos jovens das nossas comunidades. Todas essas situações e tantas outras, mais do que levar-nos ao pessimismo, nos motivam a renovar a paixão pela evangelização dos jovens através de uma renovada Pastoral Juvenil (cf. CV, 208). Assim afirma o Papa Francisco na exortação apostólica Christus Vivit: “Devemos ter a coragem de ser diferentes, mostrar outros sonhos que este mundo não oferece” como “a luta pela justiça e o bem comum, do amor aos pobres e da amizade social” (36).

Muito nos alegra poder constatar que em nossas paróquias e dioceses contamos com uma expressiva presença de jovens animados, engajados em muitas atividades pastorais, testemunhas de um grande amor à Igreja e que trabalham de diversas formas para a promoção do Reino de Deus.

Qual é o perfil de pastoral juvenil que devemos promover em nossas comunidades? Uma Pastoral Juvenil que não se limite a eventos, mas promova processos de crescimento dos jovens; que privilegie o encontro com a pessoa de Jesus e os leve a conhecê-Lo como Amigo, Mestre e Salvador que dá sentido à vida; que expresse a alegria do serviço no cuidado e na compaixão com o outro; que incentive os jovens a conhecer, amar e a se engajarem na vida da Igreja; que seja profundamente marcada pela sensibilidade existencial, encarnada na condição juvenil, contribuindo com respostas para seus problemas e anseios.

A aplicabilidade da evangelização dos jovens também depende da promoção de uma pastoral juvenil ousada, capaz de ir ao encontro dos jovens na situação em que eles se encontram e cativá-los através da acolhida, do diálogo, da amizade e outras atividades. Adolescentes e jovens precisam de espaços de convivência onde possam encontrar-se como amigos com liberdade, confiança e segurança.

Queremos ressaltar ainda a necessidade de estimular o protagonismo juvenil, de modo que os jovens se tornem, cada vez mais, evangelizadores de outros jovens. Uma pastoral juvenil sinodal que se enriquece com a pluralidade de carismas, frutos do Espírito, sendo capaz de dar forma a um “caminhar juntos” e com o mesmo sentido de corresponsabilidade para com a missão da Igreja (cf. CV, 206).

Enfim, reconhecemos também como campo de preocupações da Pastoral Juvenil, os vastos horizontes dos compromissos de cidadania, uma vez que o objetivo dessa pastoral é a formação de “bons cristãos e honestos cidadãos,” como dizia São João Bosco, patrono da Juventude. Uma Pastoral Juvenil aberta aos desafios da sociedade pode dar uma grande contribuição para estimular, em todas as áreas, a civilização do amor.

Tudo isso só será possível se, em cada diocese, houver uma decidida opção pelos jovens – como nos pediu o Sínodo de 2018 – investindo tempo, formação e dinheiro na Pastoral Juvenil.

Queremos agradecer aos assessores e líderes juvenis que, em todo o Brasil, presentes nas mais variadas regiões, trabalham com alegria e entusiasmo alimentando a chama da fé dos jovens. Estamos, também, em profunda sintonia com os milhares de jovens brasileiros que se preparam para a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, que terá como tema: “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1,39). Será uma oportunidade para a revitalização da disponibilidade missionária dos jovens.

O Senhor nos conceda a graça de manter sempre a mente esclarecida, a sensibilidade missionária e um coração aberto e cheio de empatia para com as juventudes. Que Nossa Senhora, interceda junto a seu Filho, o eterno Jovem, para que nossa jovialidade seja sempre renovada através da força da oração (cf. CV, 298) e da abertura aos sinais dos tempos presentes no mundo juvenil (cf. CV, 39-40).

 

Cordialmente,

 

Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude.

 

 

Com informações: CNBB

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