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Nota dos Bispos do Regional Leste 1 da CNBB diante dos recentes atos de violência no Estado do Rio de Janeiro

outubro 28, 2024 / no comments

Nota dos Bispos do Regional Leste 1 da CNBB diante dos recentes atos de violência no Estado do Rio de Janeiro

 

Nos últimos dias, uma série de atos de violência eclodiu em diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, especialmente na região metropolitana, aterrorizando cidadãos de bem ao evidenciar o forte clima de insegurança em que estamos mergulhados.

Próximo a nós, há pessoas sendo mortas enquanto vão ao trabalho ou ao lazer, outras fechando-se em suas casas e adoecendo de medo e pânico, a sociedade experimentando profunda instabilidade, e até lugares de culto a Deus sendo vandalizados, com o perigo do cerceamento da liberdade religiosa.

Diante dessa realidade, nós, bispos católicos do estado do Rio de Janeiro, Regional Leste 1 da CNBB, repudiamos com veemência a violência que ameaça a vida e a dignidade de nosso povo. Manifestamos também nossa solidariedade e proximidade a todas as vítimas da violência e aos que, de algum modo, são atingidos por ela.

Fazendo-nos voz de nosso povo, clamamos: as coisas não podem continuar como estão. Não se pode permitir que a violência continue a se alastrar. A promoção da paz é uma responsabilidade de todos os cidadãos. Cada um tem que fazer a sua parte em vista dela. Mas cabe especialmente ao governo, nas três esferas de sua organização – Municípios, Estado e Nação – e no exercício dos três âmbitos de seu poder – executivo, legislativo e judiciário –, garantir a paz, a liberdade e a superação da violência. A eficiência dos governantes é medida prioritariamente por sua capacidade de garantir a segurança dos cidadãos.

Com coração firme na esperança que nos anima pela fé lançamos o nosso apelo:

 

“Paz! Nós somos todos irmãos e irmãs!”

 

Enche-nos de esperança a afirmação do Papa Francisco em sua recente encíclica: “Só a partir do coração é que as nossas comunidades serão capazes de unir e pacificar os diferentes intelectos e vontades, para que o Espírito nos possa guiar como uma rede de irmãos, porque a pacificação é também uma tarefa do coração. O Coração de Cristo é êxtase, é saída, é dom, é encontro. N’Ele tornamo-nos capazes de nos relacionarmos uns com os outros de forma saudável e feliz, e de construir neste mundo o Reino de amor e de justiça. O nosso coração unido ao de Cristo é capaz deste milagre social” (Dilexit nos, 28).

Que a fraternidade e o respeito pela vida prevaleçam, e que todos nós, com a força da fé, da oração e da união, possamos caminhar juntos na construção de uma sociedade mais justa e pacífica. O anseio por uma cultura da paz reúna todas as forças da sociedade em um grande pacto em defesa da vida ameaçada pela violência.

 

Rio de Janeiro (RJ), 28 de outubro de 2024.

 

Conselho Episcopal Regional Leste 1 – CNBB

Bispos Católicos do Estado do Rio de Janeiro

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Dilexit nos, a quarta encíclica de Francisco para “um mundo que parece ter perdido o coração”

outubro 23, 2024 / no comments

Dilexit nos, a quarta encíclica de Francisco para “um mundo que parece ter perdido o coração”

 

O Papa Francisco publica a quarta encíclica de seu pontificado em um dos momentos mais dramáticos para a humanidade. Guerras corrosivas, desequilíbrios sociais e econômicos, consumismo desenfreado, novas tecnologias que ameaçam desfigurar a essência do ser humano marcam a época moderna. O Pontífice, por meio do documento intitulado Dilexit nos (Ele nos amou), pede que mudemos nosso olhar, nossa perspectiva e nossos objetivos, recuperando aquilo que é mais importante e necessário: o coração.

O anúncio do Papa

“Carta encíclica sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus Cristo” é o subtítulo do documento, cuja data de publicação — 24 de outubro — foi anunciada na última segunda-feira, 21 de outubro, pela Sala de Imprensa da Santa Sé. O texto é inteiramente dedicado ao culto do Sagrado Coração de Jesus. O Santo Padre havia anunciado o lançamento no outono, durante a audiência geral na Praça São Pedro em 5 de junho (mês tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus), compartilhando o desejo de que o texto faça meditar sobre os aspectos “do amor do Senhor que possam iluminar o caminho do renovamento eclesial; e também que possam dizer algo significativo a um mundo que parece ter perdido o coração”. Francisco ainda explicou que o documento reunirá “as preciosas reflexões de textos magisteriais anteriores e de uma longa história que remonta às Sagradas Escrituras, para repropor hoje, a toda a Igreja, este culto repleto de beleza espiritual”.

As aparições em 1673

A encíclica é publicada durante as celebrações — que vão de 27 de dezembro de 2023 a 27 de junho de 2025 — do 350º aniversário da primeira manifestação do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque, em 1673. Há três séculos e meio, em 27 de dezembro, Jesus apareceu à jovem freira visitandina francesa, com apenas 26 anos, para confiar-lhe a missão decisiva de difundir no mundo o amor de Jesus pelos homens, especialmente pelos pecadores. As aparições no convento de Paray-le-Monial, na Borgonha, continuaram por 17 anos, com o Coração de Jesus se manifestando sobre um trono de chamas, cercado por uma coroa de espinhos, símbolo das feridas infligidas pelos pecados dos homens. Cristo pediu à irmã Margarida que a sexta-feira após a festa de Corpus Christi — portanto, oito dias depois — fosse dedicada à Festa do Sagrado Coração de Jesus. Uma missão difícil para a religiosa, que encontrou incompreensões até entre as irmãs religiosas e superiores, sendo considerada uma visionária. Ela, porém, nunca desanimou e dedicou toda sua vida para que o mundo conhecesse o amor de Cristo.

A difusão da devoção

A festa do Sagrado Coração nasceu às portas do Iluminismo. Como escreveu o padre Enrico Cattaneo, professor emérito de Patrística, na revista ‘La Civiltà Cattolica’, “a espiritualidade do Coração de Cristo foi um contrapeso à mentalidade racionalista difundida, que alimentava a cultura ateísta e anticlerical”. Um acalorado debate, inclusive dentro da própria Igreja, surgiu em torno dessa devoção, até que, em 1856, Pio IX decidiu que a festa do Sagrado Coração de Jesus fosse estendida a toda a Igreja. No século XIX, a devoção se espalhou rapidamente com consagrações, surgimento de congregações masculinas e femininas, instituições de universidades, oratórios e capelas.

A Haurietis aquas de Pio XII

Em 1956, foi publicada a ‘Haurietis aquas’ de Pio XII, escrita em um momento em que a devoção ao Coração de Jesus vivia uma crise. A encíclica do Papa Pacelli tinha o objetivo de reviver o culto e convidar a Igreja a compreender melhor e realizar suas várias formas de devoção, de “máxima utilidade” para as necessidades da Igreja, mas também como “estandarte de salvação” para o mundo moderno. Bento XVI, em uma carta para o 50º aniversário da ‘Haurietis aquas’, destacava: “Este mistério do amor de Deus por nós não constitui apenas o conteúdo do culto e da devoção ao Coração de Jesus: ele é, da mesma forma, o conteúdo de toda verdadeira espiritualidade e devoção cristã. É, portanto, importante ressaltar que o fundamento dessa devoção é tão antigo quanto o próprio cristianismo”.

A devoção de Francisco

O Papa Francisco sempre demonstrou um profundo vínculo com o Sagrado Coração, relacionando-o à própria missão dos sacerdotes. Em 2016, o encerramento do Jubileu dos Sacerdotes ocorreu justamente na Solenidade do Coração de Jesus, e na homilia da Missa o Pontífice pediu aos padres do mundo que orientassem o seu coração, como o Bom Pastor, em direção à ovelha perdida, àquele que está mais distante, deslocando o epicentro do coração para fora de si mesmos. Ainda no contexto do Jubileu, na primeira das Meditações sobre a misericórdia, o Papa recomendou aos bispos e sacerdotes que relêssem a ‘Haurietis aquas’, porque “o coração de Cristo é o centro da misericórdia. Isto é próprio da misericórdia, que se suja, toca, se envolve, quer comprometer-se com o outro… empenha-se com uma pessoa, com sua ferida”.

Quarta encíclica do pontificado

Dilexit nos, como mencionado, é a quarta encíclica de Francisco após Lumen fidei (29 de junho de 2013), escrita “a quatro mãos” com Bento XVI; Laudato si’ (24 de maio de 2015), sobre a crise ambiental e a necessidade de cuidar da Criação; e Fratelli tutti (3 de outubro de 2020), que sintetiza os apelos e mensagens do Papa sobre a urgência da fraternidade e da amizade social em um mundo fragmentado, à época pela pandemia de Covid-19, e hoje por guerras fratricidas e conflitos conduzidos até em nome de Deus. Dilexit nos será apresentada na Sala de Imprensa vaticana em 24 de outubro por dom Bruno Forte, teólogo, arcebispo de Chieti-Vasto, e pela irmã Antonella Fraccaro, responsável geral das Discípulas do Evangelho.

A Coletiva de Imprensa será transmitida ao vivo, em língua original, pelo canal do Youtube do Vatican News.

Fonte: Vatican News
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