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Athletica Vaticana envia carta a atletas das Olimpíadas de Paris 2024

julho 26, 2024 / no comments

Athletica Vaticana envia carta a atletas das Olimpíadas de Paris 2024

Com a aproximação do início oficial dos Jogos Olímpicos, associação poliesportiva aborda busca pela paz e fraternidade nas disputas esportivas

Da Redação, com Vatican News

 

Nesta sexta-feira, 26, acontecerá a Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Paris 2024. Diante da aproximação desse evento e do início das provas esportivas, a Athletica Vaticana, associação poliesportiva oficial da Santa Sé, enviou uma carta intitulada “Jogos da paz” aos atletas que disputarão os Jogos.

No texto, a entidade recorda a trégua olímpica pedida pelo Papa Francisco, afirmando que embora os atletas não consigam deter a “terceira guerra mundial em pedaços”, suas histórias “sugerem a possibilidade de uma humanidade mais fraterna, por meio da linguagem do diálogo esportivo, popular e compreensível para todos”.

Confira a seguir a íntegra da carta:

Amigo atleta,

Na sexta-feira, 26 de julho, em Paris, serão abertos os Jogos Olímpicos, que têm de lidar com guerras, tensões e injustiças – mesmo quando os holofotes estão apagados – em escala global. A proposta da trégua olímpica – apoiada várias vezes pelo Papa Francisco, desde o dia 13 de janeiro passado com a “sua” Athletica Vaticana – e a participação da Equipe de Refugiados na competição são precisamente duas propostas de paz que todos nós, a grande família esportiva, relançamos em um momento sombrio para a humanidade.

As Olimpíadas – e, a partir de 28 de agosto, as Paraolimpíadas – são, antes de tudo, histórias de mulheres e homens que hoje não conseguem deter “a terceira guerra mundial em pedaços” (como a chama o Papa Francisco), mas sugerem a possibilidade de uma humanidade mais fraterna, por meio da linguagem do diálogo esportivo, popular e compreensível para todos.

Em Paris, nestes dias, todos tentam incorporar os verdadeiros valores do esporte: paixão, inclusão, fraternidade, espírito de equipe, lealdade, redenção, compromisso e sacrifício. Cada treino, cada desafio superado, cada momento de dificuldade enfrentado com coragem, trouxe cada um para os Jogos Olímpicos, com uma consciência: o esporte não é apenas vitória ou derrota, o esporte é uma jornada pela vida que nunca se faz sozinho. O Papa Francisco nos lembra que o esporte “é uma grande ‘corrida de revezamento’ na ‘maratona da vida’, com o bastão passando de mão em mão, cuidando para que ninguém fique para trás sozinho. Ajustar o próprio ritmo ao ritmo do último” (prefácio do livro “Jogos da Paz. A alma das Olimpíadas e Paraolimpíadas”).

Sim, “no ritmo dos últimos”: o abraço mais fraterno é para todos aqueles que vivem todos os dias – também tentando se agarrar à esperança que o esporte dá – realidades difíceis, entre guerras, pobreza, injustiça, tensões e medo. O Papa Francisco confessa: são precisamente eles que “nos contam histórias de redenção, esperança e inclusão”. Com esse espírito de fraternidade também por meio do esporte, apenas algumas horas antes do início dos Jogos de 2024, a Athletica Vaticana mais uma vez levanta o apelo de Francisco por uma trégua olímpica.

Amigo atleta, em Tóquio, há três anos, o Comitê Olímpico Internacional acrescentou a palavra “Juntos – Communiter” ao famoso lema olímpico “Mais rápido, mais alto, mais forte”: em Paris, portanto, serão Olimpíadas e Paraolimpíadas com o estilo “Juntos”. O Papa Francisco nos escreveu: “Nessa perspectiva, a palavra-chave para o esporte, hoje mais do que nunca, é ‘proximidade’. Esta é a primeira sugestão que, como ‘treinador do coração’, sempre proponho à Athletica Vaticana”. Uma sugestão do nosso excepcional “treinador”, Papa Francisco, que compartilhamos fraternalmente com prazer: proximidade!

Amigo atleta, coragem! Ninguém está sozinho na experiência e no ato do esporte: há sempre uma equipe, uma família, uma comunidade ao seu lado. Em Paris, cada atleta olímpico está prestes a viver o sonho que vem construindo desde a infância: é a grande oportunidade que chega – finalmente – depois de tê-la planejado, preparado e esperado muito tempo por ela. Uma oportunidade que não deve ser desperdiçada, tanto do ponto de vista humano quanto esportivo. Há outra sugestão que o “coach Papa Francisco” sempre propõe: mesmo no nível mais alto, sim, mesmo nas Olimpíadas, faz diferença manter o espírito “amador” de gratuidade, aquele estilo de simplicidade que freia a busca desmedida por dinheiro e sucesso “a todo custo”, sob o risco de sobrecarregar tudo em nome do lucro, fazendo com que as pessoas percam a alegria que as atrai para a paixão esportiva desde a mais tenra idade.

Amigo atleta, com a beleza e a justiça do gesto esportivo de cada um, e sem jamais recorrer a atalhos – uma derrota limpa é sempre melhor do que uma vitória suja –, os Jogos podem ser oportunidades de esperança, nas pequenas e grandes questões de cada um e da humanidade.

Sim, as Olimpíadas e as Paraolimpíadas podem ser estratégias para a paz e antídotos para os jogos de guerra para vencermos, juntos, a medalha da fraternidade.

Com um abraço de amizade esportiva e com gratidão pelas emoções que viveremos!

Fraternalmente,
Athletica Vaticana

A Igreja Católica no Rio de Janeiro como sinal de unidade em meio a uma realidade fragmentada

julho 24, 2024 / no comments

A Igreja Católica no Rio de Janeiro como sinal de unidade em meio a uma realidade fragmentada

 

O Rio de Janeiro é mundialmente conhecido como a Cidade Maravilhosa, seja por suas belezas naturais, seja por seu povo acolhedor. No entanto, nas últimas décadas essa imagem maravilhosa, começou a ser ameaçada por outras realidades que nos causam tristeza e preocupação. Cada vez mais, tornou-se comum nos meios de comunicação, ver a imagem da Cidade do Rio de Janeiro sendo associada à violência, à desigualdade social, muitas vezes passando a imagem de um verdadeiro caos instalado na cidade.

Contudo, em tempos em que tantos buscam respostas rápidas e superficiais, é necessário lançar um olhar um pouco mais detalhado para essa realidade que é complexa, preocupante, no entanto, do ponto de vista eclesial, trás, também, um aspecto de esperança e por que não dizer? Profetismo.

Os problemas relatados pela grande mídia não são uma exclusividade do Rio de Janeiro. Essas realidades complexas e estruturais, seja do ponto de vista da segurança pública, seja do ponto de vista da desigualdade social, acabam assolando toda grande metrópole. É claro, que no Rio de Janeiro ela ganha uma proporção na divulgação nos meios de comunicação muito maior, talvez por termos aqui representações de todos os grandes meios de comunicação do mundo, além de ser o destino de grande parte dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil. Nesse sentido, o Rio de Janeiro é a vitrine do Brasil para o mundo, seja com notícias boas, seja com notícias ruins.

Muitos dos problemas que assolam nossa cidade tem sua origem em um processo de ocupação urbana de áreas periféricas e, muitas vezes, não próprias para habitação, que se deu sem o acompanhamento e regulação do poder público. Aqui surgem já duas questões importantes para compreender esse processo complexo: de um lado a necessidade de moradia em local acessível e próximo ao trabalho, na medida em que cada vez mais as opções de habitação se tornavam distantes, de outro a ausência do Estado (poder público), garantindo os serviços essenciais e a dignidade humana para aqueles que ali se instalavam.

Nesse processo de ocupação urbana desenfreada, ficou cada mais nítido a ausência do poder público, seja através dos serviços mais essenciais como luz, água, esgoto, pavimentação, transporte público etc. Seja através da presença do Estado com a fiscalização e garantias básicas do Estado de direito.

Aos poucos fomos percebendo uma verdadeira divisão no meio da grande cidade: o morro e o asfalto. Percebemos que muitas das comunidades mais carentes de nossa cidade surgiram, justamente, nas inúmeras encostas dos nossos morros, que se antigamente eram ocupados por uma imensidão verde da floresta atlântica, aos poucos foi sendo substituída pela imensidão populacional que passou a encontrar ali uma alternativa de moradia, ainda que precária e perigosa.

Nessa realidade que começa a se espalhar e crescer pela cidade, começam, também a se multiplicar os problemas. Diante da ausência do poder estatal, outra forma de moderação dos conflitos se estabelece, em lugares onde o poder público não está presente, uma outra forma de poder se organiza, até chegarmos ao cenário que verificamos hoje. De acordo com o Ministério Público do Estado (MPRJ) [1], a partir de dados Prefeitura do Rio de Janeiro, na cidade, em 2019, era possível identificar 1825 ocupações irregulares (favelas + loteamentos irregulares ou clandestinos) essa realidade estaria diretamente relacionada ao controle ilegal de território e ao índice de letalidade violenta.

É, justamente, nessa realidade, complexa e desafiadora, que podemos encontrar uma presença constante e concreta. A Igreja Católica, através da Arquidiocese do Rio de Janeiro, em suas 292 paróquias e 1112 locais de culto, cerca 800 padres (diocesanos e religiosos), mais de 300 diáconos permanentes, além de milhares de agentes pastorais, que são a verdadeira força viva da Igreja, está presente em todas as regiões da cidade.

Essa presença não se dá apenas com visitas periódicas ou esporádicas, mas é uma presença diária e constante. Além das celebrações dos sacramentos, a Igreja está presente através de todas as ações sociais que realiza. Podemos afirmar que a Arquidiocese do Rio de Janeiro, através das diversas iniciativas sociais, acompanhadas de perto pelo Vicariato Episcopal para a Caridade Social, é a maior promotora de assistência social da cidade, se levarmos em conta os dados do relatório das ações sociais da Arquidiocese do Rio de Janeiro [2], anualmente cerca de 1 milhão e 800 mil pessoas são alcançadas com a distribuição de cestas básicas, cerca de 160 mil atendimentos na área da saúde, 70 mil pessoas na área da educação, cerca de 39 mil pessoas na área de capacitação através de oficinas, além de outras cerca de 600 mil pessoas alcançadas através de grupos informais, serviços e das ações das Pastorais Sociais. Resultando em 2.675.395 pessoas atendidas pelas ações sociais da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Se por um lado, vemos uma realidade social fragmentada e dividida, por outro, vemos uma realidade eclesial unida e em comunhão. Através da unidade institucional da Arquidiocese do Rio de Janeiro, é possível por exemplo, ações imediatas e eficazes quando alguma tragédia ocorre na cidade, seja um alagamento ou deslizamento de encosta, imediatamente a rede de ação social da Arquidiocese se mobiliza, isso é possível, de modo rápido e eficaz, justamente por conta da capilaridade da presença da Igreja em todas as comunidades do Rio de Janeiro.

Essa presença é presença profética, pois é presença de anúncio do Evangelho, mostrando que no meio de uma realidade dividida e fragmentada é possível construir unidade. É presença pacificadora, pois, através do diálogo ecumênico e inter-religioso, a Arquidiocese do Rio de Janeiro busca participar e incentivar iniciativas conjuntas com diversas outras denominações cristãs e outras diversas religiões não cristãs, testemunhando que professar uma fé diferente, não nos torna inimigos. É presença de esperança, através de suas ações pastorais e sociais, a Arquidiocese do Rio de Janeiro semeia a esperança de construirmos um mundo melhor, mais humano e fraterno.

Em meio as dores e tristezas, alegrias e esperanças, ali está presente a Igreja
Católica do Rio de Janeiro, com uma presença contínua, efetiva e concreta. Testemunhando unidade em realidades fragmentadas. Construindo pontes de
diálogo e cooperação em realidades cada vez mais desconexas e afastadas. Semeando esperança onde muitos só veem desilusão. Um Igreja viva, missionária, atenta aos desafios da grande cidade, mas sem jamais deixar de anunciar a alegria de Evangelho de Jesus Cristo, que quer alcançar a todos.

Padre Carlos Augusto Azevedo da Silva é membro do clero da Arquidiocese do Rio de Janeiro e doutorando em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália).

[1] Disponível em: http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6438610/4244019/86ExpansaoDesordenadaeViolenciaUrbanaDesfiosparaaGestaodeTerritorio.pdf (acesso em 23 julho 2024).

[2] VICARIATO EPISCOPAL PARA A CARIDADE SOCIAL, Relatório das ações sociais da Mitra Arquiepiscopal do Rio de janeiro, ano 2019, p. 5.

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