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Diocese de Campos abre comemorações do Centenário neste domingo

novembro 29, 2019 / no comments

100 anos de História. Criada em 1922 a Diocese de Campos se prepara para comemorar o Centenário com a abertura do Triênio preparatório neste domingo no Colégio Salesiano em Campos dos Goytacazes. A programação começa às 14h com acolhida as paróquias e será encerrada com missa as 18h presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Roberto Francisco Ferreria Paz.
Dom Roberto fará o pronunciamento de abertura das atividades às 14h e logo a seguir acontecerá uma apresentação da História dos 100 anos de fé e evangelização. As 15h apresentação do Triênio e logo a seguir será divulgada a agenda das atividades de 2020. As 16h Exposição e Adoração ao Santíssimo, seguido de Bênção do Santíssimo.
Uma história marcada por um legado de fé construído por religiosos que impulsionaram a implantação da fé católica na região. Tudo começa com os Monges Beneditinos que chegaram em 1648. Depois chegaram os Jesuítas, Franciscanos e as demais congregações religiosas.
– É um momento forte para reviver nossas raízes fundacionais e nossa identidade espiritual, religiosa e pastoral que nos caracteriza e constitui um legado e um dom para a Igreja. Partindo da semente plantada pelos beneditinos e jesuítas que primeiriaram, como diz o Papa Francisco, a nossa evangelização. Liderada por sete bispos (dois salesianos e cinco seculares), foi se desenvolvendo uma Igreja Particular. – destaca Dom Roberto Francisco.
Com o passar do tempo, se formou um clero zeloso, sempre presente na vida pública, como o Pe. Rosário e Mons. Severino, que deixaram todo um testemunho generoso, cristalizado em inúmeras obras sociais e educativas.
– A vida consagrada dedicada, com um Carmelo muito presente e orante, a vida religiosa apostólica masculina integrada pelos padres salesianos, redentoristas, arautos do evangelho e irmãos mercedários da Caridade; e a vida religiosa ativa feminina animada pelas Filhas de Maria Auxiliadora, Irmãs do Bom Conselho, Santa Teresinha, dos Anjos Adoradoras da Santíssima Trindade, Filhas da Caridade do Preciosíssimo Sangue, Carmelitas Servas dos Pobres, Missionárias de São José e Missionárias Servas de Javé Salvador.- pontua o bispo.

Bispo, Pastor e Profeta

Desde a chegada a Diocese, Dom Roberto Francisco assumiu uma missão profética, iniciando com a realização do Sínodo Diocesano, com o objetivo de impulsionar a missão de uma igreja em saída. As ações buscando destacar a missão do leigo na igreja, E para impulsionar essa missão foi criado o Conselho do Laicato que conta com movimentos fortes e pastorais inclusivas coordenadas hoje pela Caritas Diocesana.. Inicia a formação da Escola Diaconal Santo Estevão promovendo a ordenação dos Diáconos Permanentes,
Um tempo para dar a Igreja Diocesana um novo impulso com a criação de novas paróquias. Desafios que Dom Roberto assumiu com coragem para que a Diocese de Campos seja uma igreja em saída.

História

A Diocese de Campos é uma circunscrição eclesiástica criada em 4 de Dezembro de 1922, através da Bula “Ad Supremae Apostolicae Sedis Solium” do Papa Pio XI. Atualmente o território da diocese compreende as regiões norte e noroeste do estado do Rio de Janeiro com mais de 1 milhão de habitantes.
Bispos Diocesanos:
• 1º Bispo: Dom Henrique César Fernandes Mourão (1925-1935);
• 2º Bispo: Dom Otaviano Pereira de Albuquerque, Arcebispo (1935-1949);
• 3º Bispo: Dom Antônio de Castro Mayer (1949-1981);
• 4º Bispo: Dom Carlos Alberto Etchandy Gimeno Navarro (1981-1990);
• 5º Bispo: Dom João Corso (1990-1995);
• 6º Bispo: Dom Roberto Gomes Guimarães (1996-2011);
• 7º Bispo: Dom Roberto Francisco Ferrería Paz (desde 30-07-2011) atual Bispo Diocesano.

 

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Um poder diferente

novembro 24, 2019 / no comments

Quando Jesus foi apresentado a Pilatos, no processo que iria levá-lo à morte, o governador da Palestina dirigiu-lhe uma pergunta crucial: “Tu és Rei”? Jesus declarou que sim, era rei, mas que o seu Reino não era deste mundo ((Jo 18, 36).

Pilatos poderia temer que alguém assim representasse uma ameaça à ordem e ao poder que ele detinha. Mas não! Parece ter intuído que aquele tipo de poder era de grande novidade e, por isso, insistiu no interrogatório, tomando, a seguir, a decisão de soltá-lo. Ao ser instigado pela multidão, porém, entregou Jesus à morte. A declaração de “Rei”, no entanto, foi conservada. Tanto assim que Pilatos mandou fosse colocada no cimo da cruz a inscrição Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus.

É interessante notar que Jesus não tenha querido rechaçar este título que, certamente, poderia dar origem a muitas interpretações, como, de fato, ao longo da história aconteceu. Há sempre o perigo de uma visão equivocada do reinado de Jesus, negando aquela autonomia das realidades temporais que o Concílio Vaticano II afirmou: “as coisas criadas e as sociedades gozam de leis e de valores próprios, que o homem vai gradualmente conhecendo, aplicando e organizando” (Gaudium et spes, 36).

O próprio Jesus declarara isso quando indicou que se deve dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus (Mt 22, 21). Sobre a sua missão, a Igreja mesma afirma que “nenhuma ambição terrena a move, mas ela pretende uma única coisa: guiada pelo Espírito Santo, continuar a obra do próprio Cristo, que veio ao mundo para dar testemunho da verdade; para salvar, e não para condenar; para servir, e não para ser servido” (Idem, n. 3).

Hoje também os cristãos afirmam: “Jesus é Rei”. Neste domingo, a liturgia da Igreja católica, celebra a festa de Jesus Cristo, Rei do Universo, concluindo com ela as celebrações que desde o advento do ano passado foram propostas. Mas o que significa continuar insistindo neste título? Parece-me que não se pode perder de vista algo essencial que da boca de Jesus mesmo nós escutamos: “o meu Reino não é deste mundo”.

O Reino de Jesus, ao contrário dos outros reinados, não depende de um reconhecimento público de sua existência, nem se conquista à força de armas e articulações políticas. Ele já é, e já está presente, independente da adesão das pessoas e de seu reconhecimento, mas revelará toda a sua força no final dos tempos. Por isso, Jesus diante de Pilatos, não hesita em afirmar a sua realeza, ao mesmo tempo que sempre foge quando pretende que o estabeleçam como rei. Assim, Ele redireciona o sentido do seu poder. A realidade do poder fascina a humanidade desde sempre. E isso, desde as pequenas coisas até às mais elevadas. Vai, por exemplo, do poder de ter nas mãos a chave de um armário ao de governar uma nação.

Não é à toda que é no contexto da Paixão e Morte na cruz que Jesus se reveste com as vestes de Rei e recebe uma coroa, mas de espinhos. O Reinado de Jesus é o poder de amar até dar a vida, de escolher com liberdade tornar-se o menor de todos para poder servir a todos, é colocar no centro de tudo o amor desinteressado, ou melhor, interessado unicamente em salvar o outro, em dar tudo de si para que o outro tenha a vida. É dessa forma que Jesus é Rei, é dessa forma que os cristãos reinam com Ele.

A Diocese de Nova Iguaçu, neste domingo, fará uma grande celebração em Nilópolis, aproveitando essa ocasião para declarar que Jesus é Rei da Paz, rezando pela paz em nossa Baixada. Vamos também dar início a uma iniciativa de formação, inspirada na Doutrina Social da Igreja, a fim de ajudar os nossos leigos e leigas a assumirem, de forma mais consciente e capaz, o seu protagonismo na família e na sociedade.

Artigo de Dom Gilson Andrade da Silva, bispo de Nova Iguaçu e Vice-presidente do Regional Leste 1 – CNBB

 

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