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Após três anos, Romaria do Pilar voltou a ser celebrada presencialmente pelos fiéis da Baixada Fluminense

outubro 14, 2022 / no comments

Após três anos, Romaria do Pilar voltou a ser celebrada presencialmente pelos fiéis da Baixada Fluminense

 

 

Milhares de católicos de diversas igrejas da Baixada Fluminense voltaram a participar nesta quarta-feira, 12 de outubro, Feriado de Nossa Senhora Aparecida, da tradicional Romaria do Pilar que chegou a sua 39ª edição. A última Romaria foi em 2019, passados três anos e já sem as restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a celebração voltou a ser realizada de forma presencial junto à igreja histórica de Nossa Senhora do Pilar, em Duque de Caxias.

Muitos fiéis ainda mantém viva a tradição de caminhar até o local histórico. Para isso, saíram ainda de madrugada e, em clima de oração, percorreram as vias de Duque de Caxias, principalmente a Rodovia Washington Luís e a Avenida Governador Leonel de Moura Brizola (antiga Avenida Presidente Kennedy).

Carregada por mulheres das comunidades da Diocese, a imagem de Nossa Senhora do Pilar, confeccionada pelo artista Mário Sérgio da cidade de Conservatória, entrou em procissão às 7 horas sob o toque dos sinos da igreja histórica. Na sequência, a tradicional procissão das bandeiras e estandartes precedendo a entrada dos ministros, do clero e do bispo diocesano.

Neste ano Romaria propôs uma continuação da reflexão da Campanha da Fraternidade abordando o tema “Maria, Mãe Educadora, ensina-nos a caminhar juntos, servindo a Deus e aos irmãos, numa Igreja em saída”. Em sua homilia, Dom Tarcisio Nascentes, bispo de Duque de Caxias, exortou os fiéis a forma com que Nossa Senhora exerce o seu papel de educadora – “transmitindo os valores da fé, da verdade, da justiça, da fraternidade conforme a Palavra de Deus, fazendo da Casa de Nazaré, com São José, a primeira escola das virtudes humanas. Essencialmente integradas ao sentido maior da vontade do Senhor. Nossa Mãe das Graças nos apresente em sua eloquente humildade e fortaleza que a base da educação é uma família consistente. A fundamental escola das virtudes que formam o ser humano de maneira global, precisa estar alicerçada em Deus. A base da Educação é a família!”, disse o bispo.

Ao final da celebração, Dom Tarcisio convidou a todos para caminhar juntos no amor – “Depois de dois anos, Deus nos deu a graça retomar presencialmente a nossa Romaria do Pilar. 12 de outubro de 2022. Maria, Mãe Educadora, ela nos quer fazer caminhar juntos no serviço e no amor. Quer que caminhemos juntos para promover o Reino do seu Filho. Que Deus nos abençoe neste dia e a todo o nosso Brasil’, concluiu.

Igreja reaberta ao povo

Além da retomada da celebração, os fiéis tiveram mais um motivo para celebrar. Interditada desde agosto de 2014, quando os andaimes que sustentavam os altares laterais desabaram, a Igreja do Pilar, que é tombada desde a década de 30 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), passou por uma série de reformas na sua parte estrutural e foi reaberta ao povo para visitação.

“Desde dezembro de 2019, a Igreja de Nossa Senhora do Pilar encontrava-se em processo de restauração, que foi finalizado em agosto deste ano. Durante a Romaria, os fiéis puderam realizar uma visita roteirizada na parte interna do templo e na sacristia, que foi mediada por voluntários. Proporcionamos aos fiéis um belo reencontro com este tão importante Patrimônio Histórico, lugar em que a fé chegou por primeiro na Baixada Fluminense”, nos contou a historiadora Elaine Gusmão, membro da Comissão Diocesana para os Bens Culturais e Artes Sacras.

 

Igreja Nossa Senhora do Pilar

Localizada às margens do rio Pilar, possuía um porto que lhe garantiu grande importância durante o período da produção de ouro. Foi elevada à condição de paróquia em 1696. Todos os altares do templo eram esculpidos em madeira e pintados a ouro. A igreja conserva sua originalidade e é um dos primeiros bens tombados pelo IPHAN, no ano de 1938, com a chancela do poeta Carlos Drummond de Andrade. No ano de 2007, em resposta ao pedido de Dom José Francisco, segundo bispo da Diocese, a Congregação para o Culto Divino, no Vaticano, confirmou Nossa Senhora do Pilar como padroeira da Diocese de Duque de Caxias. Desde 2019, a Romaria do Pilar está registrada como Patrimônio Imaterial do Município de Duque de Caxias, sob o Decreto Municipal de nº7284, de 08 de maio de 2019 – BO nº 6690 de 10 de maio de 2019 – Livro das Celebrações. Registro Municipal, Nº0004 de 22 de maio de 2019.

Veja imagens da Romaria do Pilar 2022
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Furtada há 47 anos, imagem histórica de Rei Davi é recuperada pela Diocese de Duque de Caxias

setembro 21, 2021 / no comments

Furtada há 47 anos, imagem histórica de Rei Davi é recuperada pela Diocese de Duque de Caxias

Assim como na literatura bíblica, as imagens sacras do Rei Davi e de sua amada Betsabéia, mãe do Rei Salomão, passaram por maus momentos. Furtadas da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar em 1974, as esculturas seguiram destinos diferentes e ficaram desaparecidas por mais de quatro décadas até serem localizadas em acervos de colecionadores.

A primeira escultura recuperada foi a da a rainha consorte de Israel – Betsabá – esposa do rei Davi e mãe do rei Salomão. Agora foi a vez da imagem do Rei Davi. Ambas as obras foram executadas na primeira metade do Século XVIII e possuem características do barroco joanino, em madeira policromada e douramento, com cerca de 1,20m de altura. Juntas, essas imagens formam um conjunto escultórico pertencente ao altar-mor da igreja histórica localizada no bairro Pilar em Duque de Caxias (RJ).

Dom Tarcisio (centro) com os membros da Comissão Diocesana para os Bens Culturais e a escultura recuperada.

Características da imagem sacra

Elaine Gusmão, especialista em História da Arte e membro da Comissão para os Bens Culturais e Patrimônio Histórico da Diocese de Duque de Caxias, é quem nos conta sobre as especificidades dessas obras. “O estilo barroco é caracterizado pela grandiosidade, teatralidade e representações visuais das imagens, que nasceu para atuar como instrumento de afirmação e persuasão da fé cristã. As imagens auxiliavam na catequização dos fiéis, que não tinham acesso aos textos da Bíblia. A transcendência estética das obras fortalecia os ensinamentos religiosos através do encantamento dos devotos com a beleza artística. A imagem foi confeccionada em “escorzo”, que é a alteração intencional das proporções anatômicas, técnica utilizada pelos artistas para corrigir a perspectiva, uma vez que seriam vistas de longe e de baixo para cima.”

Alta-mor com as imagens recuperadas em destaque

Simbolismo

A especialista nos conta ainda que “a iconografia do conjunto escultórico representa a passagem da Bíblia presente em 2 Samuel 11,2-5:  “Uma tarde Davi levantou-se da cama e foi passear pelo terraço do palácio. Do terraço viu uma mulher muito bonita tomando banho, e mandou alguém procurar saber quem era ela. Disseram-lhe: ‘É Betsabá, filha de Eliã e mulher de Urias, o hitita’. Davi mandou que a trouxessem, e se deitou com ela, que havia acabado de se purificar da impureza da sua menstruação. Depois, voltou para casa. A mulher engravidou e mandou um recado a Davi, dizendo que estava grávida”.

Buscas, identificação e retorno

O rastreamento e localização das imagens sacras furtadas dos nossos templos, principalmente da Igreja do Pilar, fazem parte de um esforço permanente da Diocese de Duque de Caxias, em conjunto com o Ministério Público, e que envolve ainda, os esforços da Polícia Federal e do Poder Judiciário. No caso específico da imagem do Rei Davi, foram feitas houve buscas em leilões de arte, livros de arte e catálogos. A escultura foi identificada, em 2015, no livro “O Aleijadinho: Catálogo Geral da Obra: Inventário das Coleções Públicas e Particulares”, obra de autoria de Márcio Jardim, Herbert Sardinha Pinto e Marcelo Coimbra, lançado em 2011. A imagem encontrava-se em uma coleção particular no Estado de São Paulo.

Igreja do Pilar

Um dos primeiros bens tombados do país, em 1938, apenas um ano após a criação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar foi construída no início do século XVIII nas margens do antigo porto do Pilar do Iguaçu, sendo a sede religiosa de uma das freguesias mais ricas da região durante o ciclo do ouro, pois situava-se num dos caminhos para as Minas, porém com a abertura de uma nova estrada que fazia cumpria o mesmo trajeto de maneira mais célere fora abandonado, levando a freguesia à decadência.

De rara beleza e ornada em ouro, a igreja histórica passou por muitos furtos, tendo grande parte do seu acervo saqueado, entre os quais a imagem de Nossa Senhora do Pilar, padroeira diocesana, que ainda encontra-se desaparecida.

Fachada da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar em restauração.

Atualmente o templo encontra-se em processo de restauração para a realização do reforço da infraestrutura, descupinização, recuperação dos bens móveis integrados e a conservação dos elementos artísticos. Inicialmente com previsão de entrega para dezembro de 2020, devido a pandemia da COVID-19, foi necessária uma readequação no prazo de conclusão das obras. Mas em breve os fiéis poderão voltar a participar das missas e celebrações no templo fechado há 7 anos.

 

Colaboração: Comissão para os Bens Culturais e Artes Sacras e Assessoria de Comunicação da Diocese de Duque de Caxias

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