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Aconteceu em Brasília o XV Encontro Nacional de Responsáveis Diocesanos de Juventude

setembro 18, 2019 / no comments

A 15ª edição do Encontro Nacional de Responsáveis Diocesanos de Juventude (ENRDJ) reuniu os responsáveis diocesanos adultos para refletir importantes assuntos ligados à juventude: a exortação apostólica Christus Vivit, a prevenção ao suicídio e encaminhamentos dos regionais e da Pastoral Juvenil.

Participaram do evento cerca de 200 assessores de diversas Dioceses e expressões juvenis, entre os quais dom Nelson Francelino, bispo de Valença e Presidente das Comissões Nacional e Regional para a Juventude e o Padre Alcindo Martins Milena do clero da diocese de Duque de Caxias e assessor da Comissão Regional Pastoral para a Juventude – o encontro aconteceu nos dias 6 e 7 de setembro, nas dependências do Santuário Dom Bosco em Brasília/DF, com a organização da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ).

Tanto os participantes quanto os organizadores, ainda vivenciando a alegria e o entusiasmo provocados pelo Sínodo inédito sobre a Juventude, resgataram neste encontro o estímulo dado pelo Papa Francisco ao presentear a Juventude com o Documento pós Sinodal, que define e convoca o jovem como sujeito eclesial das transformações necessárias que o nosso tempo necessita.

O encontro foi realizado com o intuito de aprofundar o assunto que vem chamando a atenção de estudiosos e dos que acompanham de perto a realidade juvenil quer seja no ambiente urbano, quer seja no ambiente rural: a realidade do suicídio e automutilação.

Com base no material desenvolvido pela Profª Dra. Ticiana Paiva de Vasconcelos (BAIXE AQUI), pesquisadora de temas de atenção e cuidado psicológico em crises, desastres, conflitos humanitários e suicídios, além de pioneira no Brasil na formação de profissionais para o cuidado a crise emocional (Psychological First Aid), Pe. Antônio Ramos, assessor da CEPJ.

“Infelizmente a cultura moderna investiu contra os pilares religiosos que davam aos jovens, até então, uma segurança em seus sonhos e realizações. Excluindo a dimensão religiosa, dogmática e moral, esta deixa o jovem vulnerável e confuso, de certa forma impossibilitando-o no confronto com as realidades desafiantes. Somado a tudo isso, percebemos uma geração de adultos despreparados para o acompanhamento juvenil, se firmando apenas num rigorismo moral conceitual que não o permite a entrar na dramática situação vivida pelos jovens. É preciso reafirmar o valor sagrado da vida revelado por Jesus Cristo: ‘eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância!’”, ressaltou Dom Nelson Francelino, Presidente da Comissão.

Também foram trabalhados os ecos do Sínodo da Juventude e da Exortação “Christus Vivit”, sob a assessoria do jovem sinodal Lucas Galhardo, que abordou de modo jovial as principais temáticas abordadas do Sínodo, bem como a exortação, estimulando em todos a criatividade para fazer ressoar em todas as iniciativas as orientações do Santo Padre, o Papa Francisco, que apresenta o Cristo vivo que haverá de se mostrar e encantar a todos que vivem sob o drama do vazio de significados. Além de temas como o site dos Jovens Conectados com as métricas e como a evangelização atinge o Brasil e o mundo, lançamento da Identidade visual da Missão Jovem 2019 e dos cursos de Pós-Graduação de 2020.

Na noite do dia 06, se reuniram os articuladores nacionais do Encontro de Jovens com Cristo (EJC), Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC) e Movimento de Amizade Cristã (MAC) para debater a programação do festejo nacional dos 50 anos de fundação desses serviços pelo saudoso Padre Alfonso Pastore, a se completar em 2021.

Por fim, foi lida uma moção de solidariedade da juventude do Brasil ao Sínodo da Pan-Amazônico, convocado pelo Santo Padre. Em seguida, foi apresentada às lideranças a agenda Pastoral da Juventude para 2020.

 

 

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Chorar com os que choram

setembro 16, 2019 / no comments

O dia 15 de setembro, no calendário das celebrações litúrgicas da Igreja católica, faz-se memória de Nossa Senhora da Piedade, ou também, Nossa Senhora das Dores. A cidade de Nova Iguaçu teve sua origem junto à capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade que, em 1699, o alferes José Dias de Araújo construiu, à margem direita do rio Iguaçu. Em 1719, Iguaçu foi elevada à Freguesia Curada, podendo assim contar com assistência religiosa mais estável de um sacerdote. Neste ano de 2019, portanto, contam-se 300 anos deste fato que se situa entre os marcos da história da região. Em 1833, com a criação da Vila de Iguaçu, Nossa Senhora da Piedade é nomeada padroeira do novo município. Com a criação da Diocese em 1960, ela se torna co-padroeira da Diocese, tendo Santo Antônio o lugar do Padroeiro.

A imagem de Nossa Senhora da Piedade é de grande inspiração para as mulheres e os homens de todos os tempos. Ela manifesta a proximidade de Maria ao mistério da Cruz do seu Filho. Junto à cruz de Jesus estava a sua Mãe, nos conta o evangelista São João (Jo 19, 25). A expressão do olhar da mulher que recebe o Filho morto em seus braços, revela algo que é mais forte que a dor: o seu amor materno que olha para o Filho e que sabe transcender a sua dor, sendo solidária ao sofrimento de toda a humanidade. Maria sabe que a causa das dores do seu Filho e de sua morte se encontra no pecado que separa o homem de Deus e o aliena num mundo construído à revelia do projeto de amor que o Criador pensou para ele. Sabe que a humanidade que se distancia de Deus e de seu projeto acaba por reproduzir mais dores. Por isso, ela se coloca ao lado dos que sofrem e sabe chorar com os que choram (Rm 12, 15).

Nosso mundo continua trazendo em si tantas marcas de sofrimentos e dores. Nesta última semana presenciamos tragédias muito próximas a nós que nos comoveram e nos colocaram diante da pergunta sobre o sentido da existência humana e da dor. Também nestes casos não nos paralisamos nas perguntas, mas tentamos, como Maria, transcender a dor em tantos gestos de solidariedade que se multiplicaram e ainda se multiplicam, alguns, inclusive, verdadeiramente heroicos. A marca da dor atravessa a história da humanidade e os nossos dias não escapam da sua presença. Recentemente, lendo o diário de Etty Hillesum, uma judia morta no campo de concentração de Auschwitz, no ano de 1943, deparei-me com uma afirmação surpreendente, na boca de alguém que percebia que a morte estava à espreita. Ela conta que de repente lhe veio este pensamento: “sempre haverá sofrimento, na realidade o que importa é a razão pela qual a pessoa sofre”. A dor não é a última palavra. Até mesmo ela pode ser transfigurada quando há uma razão que seja capaz de superar o seu peso e de dar sentido ao sofrimento porque se está passando. E nada é suficientemente forte para superar a dor senão o amor. Como lembra o livro bíblico do Cânticos dos Cânticos: “o amor é mais forte do que a morte” (8, 6).

Na imagem de Nossa Senhora da Piedade a dor é transfigurada pelo amor de uma mãe. Cristo também, com o seu amor deu sentido a uma morte que, de trágica, se tornou capaz de ir até o extremo da doação de amor, manifestação de um amor que não se impõe limites. Nós cristãos cremos que este amor foi o que salvou o mundo. Como Cristo e como Maria somos chamados a colocar-nos do lado dos sofredores do nosso tempo, tornando-nos solidários, ajudando-os a carregar a cruz, como novos Cirineus, sabendo chorar com os que choram, ajudando nossos irmãos a transfigurar a dor em amor.

 

Artigo de dom Gilson Andrade da Silva, bispo de Nova Iguaçu (RJ)

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