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Feira da providência: um olhar concreto para quem mais necessita

dezembro 13, 2019 / no comments

É com alegria e satisfação que agradeço a todos que participaram da 59ª Feira da Providência no RioCentro na região do Recreio aqui no Rio de Janeiro. É um dos eventos sociais mais importantes existentes em nossa cidade e que tem sua origem num contexto marcado pela fé: a Feira da Providência 2019. Criada por D. Helder Câmara até hoje continua a ajudar a promover as pessoas através do Banco da Providência também criado por ele.

A Feira da Providência é um evento anual que está ligado ao Banco da Providência. Fundado há 60 anos por Dom Hélder Câmara, como disse, o Banco da Providência é uma organização social que desenvolve projetos de desenvolvimento humano, capacitação profissional e geração de renda, incluindo socialmente mais de 2 mil famílias por ano, que vivem em situação de pobreza extrema na cidade do Rio de Janeiro. Uma das principais fontes de recursos do Banco da Providência é a Feira da Providência que garante 30% da receita da entidade (Cf. www.feiradaprovidencia.org.br/afeira). Por isso o nosso agradecimento pelos patrocinadores e pela participação de todos na Feira da Providência: isso é também um ato de solidariedade.

A Feira da Providência encontra-se em sua 59ª edição, já sendo um evento de grande relevância no calendário de nossa cidade. É motivo de alegria e esperança para nós ter um evento de destaque na cidade e que tenha como centralidade o bem do outro, em especial o cuidado com aquele que mais necessita.

Esta iniciativa é uma manifestação da grande importância que a atividade caritativa tem na vida da Igreja. Como já nos recordava Bento XVI (DCE 1): « Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele » (1 Jo 4, 16). Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã: a imagem cristã de Deus e também a consequente imagem do homem e do seu caminho. Além disso, no mesmo versículo, João oferece-nos, por assim dizer, uma fórmula sintética da existência cristã: « Nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem ».

A cada edição da feira, temos a escolha de um tema que quer destacar a essência da feira e do próprio banco da Providência que neste ano tem como tema: “Mais diálogo, mais amor”! Com certo receio constatamos que, ao lado da expansão dos meios comunicativos, que favorecem nossas interações e contato com realidades antes inacessíveis, vemos despontar uma onda de intolerância e de imposição de ideologias, levando facilmente ao ódio, ao rancor, à falta de perdão e de união entre os homens. O diálogo, carregado de abertura, disponibilidade para ouvir e humildade para aprender sempre foi e será caminho eficaz para o estabelecimento da unidade entre os homens e da proliferação do amor. O Papa Francisco, em audiência a uma associação de voluntários da escuta (11 de março de 2017), proferiu as seguintes palavras, ressaltando o valor do diálogo: “O diálogo permite conhecer e entender as recíprocas necessidades. Primeiro, demostra um grande respeito, porque coloca as pessoas em um comportamento de abertura recíproca, para receber os aspectos melhores do interlocutor. Além disso, o diálogo é expressão de caridade, porque, mesmo não ignorando as diferenças, pode ajudar a buscar e compartilhar caminhos em busca do bem comum. Através do diálogo, podemos aprender a ver o outro não como uma ameaça, mas como um dom de Deus, que nos interpela e nos pede para ser reconhecido. Dialogar ajuda as pessoas a humanizar as relações e a superar mal-entendidos. Se houvesse mais diálogo – um diálogo real! – nas famílias, no ambiente de trabalho, na política, seriam resolvidas mais facilmente tantas questões!

A Feira da Providência convidoutambém o público a entrar em contato com a diversidade através de múltiplas culturas, entretenimento, produtos típicos, artesanato e culinária diversificada. Para os visitantes, muitas opções de um lazer sadio e de grande crescimento pessoal e comunitário.

A Feira da Providência foi de 4 a 8 de dezembro, no Pavilhão 4 do Riocentro, que fica na Avenida Salvador Allende, 6.555, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

Queremos sensibilizar os diversos setores da sociedade para esta iniciativa, a fim de que nos movamos todos juntos em busca do bem comum, que é expressão do verdadeiro amor ao próximo, conforme afirma o Papa Francisco: “Assim como a Igreja é missionária por natureza, também brota inevitavelmente dessa natureza a caridade efetiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove” ( EG nº 179).

Que neste tempo de aprofundamento da consciência missionária (batizados; sempre missionários) que nossa Arquidiocese vivencia, deixemos que o protagonismo de ações em favor do próximo seja a mais constante tarefa evangelizadora de nossa parte. Rezemos que o bom êxito desta feira, por todos os que lá estiverem e por todos os destinatários dos fundos arrecadados por ela. Que neste tempo de advento, nossa preparação para receber o Senhor que veio, vem e virá, seja recheada de atitudes de diálogo verdadeiro e amor ao próximo.

 

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist. Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

 

 

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O presépio

dezembro 11, 2019 / no comments

 

 

Já estamos no Advento, tempo da “bela tradição das nossas famílias prepararem o Presépio, e também o costume de o armarem nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas praças” …: é assim que começa a recente Carta Apostólica “Sinal Admirável”, com que nos brinda o Papa Francisco, sobre o presépio:

“Representar o acontecimento da natividade de Jesus equivale a anunciar, com simplicidade e alegria, o mistério da encarnação do Filho de Deus. O Presépio é como um Evangelho vivo que transvaza das páginas da Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atraídos pela humildade d’Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrir que nos ama tanto, que Se uniu a nós para podermos, também nós, unir-nos a Ele. O evangelista Lucas limita-se a dizer que, tendo-se completado os dias de Maria dar à luz, ‘teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria’ (2, 7). Jesus é colocado numa manjedoura, que, em latim, se diz praesepium, donde vem a nossa palavra presépio. Ao entrar neste mundo, o Filho de Deus encontra lugar onde os animais vão comer. A palha torna-se a primeira enxerga para Aquele que Se há de revelar como ‘o pão vivo, o que desceu do céu’ (Jo 6, 51). Uma simbologia, que já Santo Agostinho, a par doutros Padres da Igreja, tinha entrevisto quando escreveu: ‘Deitado numa manjedoura, torna-Se nosso alimento’. Na realidade, o Presépio inclui vários mistérios da vida de Jesus, fazendo-os aparecer familiares à nossa vida diária”.

A ideia dessa representação é atribuída a São Francisco de Assis: “Quero representar o Menino nascido em Belém, para de algum modo ver com os olhos do corpo os incômodos que Ele padeceu pela falta das coisas necessárias a um recém-nascido, tendo sido reclinado na palha duma manjedoura, entre o boi e o burro”… “O Presépio é um convite a ‘sentir’, a ‘tocar’ a pobreza que escolheu, para Si mesmo, o Filho de Deus na sua encarnação, tornando-se assim, implicitamente, um apelo para O seguirmos pelo caminho da humildade, da pobreza, do despojamento, que parte da manjedoura de Belém e leva até à Cruz, e um apelo ainda a encontrá-Lo e servi-Lo, com misericórdia, nos irmãos e irmãs mais necessitados”.

“‘Vamos a Belém ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer’ (Lc 2, 15) …: os pastores tornam-se as primeiras testemunhas do essencial, isto é, da salvação que nos é oferecida… Pouco a pouco, o Presépio leva-nos à gruta, onde encontramos as figuras de Maria e de José. Maria é uma mãe que contempla o seu Menino e O mostra a quantos vêm visitá-Lo… Ao lado de Maria, em atitude de quem protege o Menino e sua mãe, está São José… É o guardião” … “O coração do Presépio começa a palpitar, quando colocamos lá, no Natal, a figura do Menino Jesus. Assim Se nos apresenta Deus, num menino, para fazer-Se acolher nos nossos braços… Em Jesus, Deus foi criança e, nesta condição, quis revelar a grandeza do seu amor” …

 

Artigo de Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal de São João Maria Vianney

 

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