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O valor de ter referências

fevereiro 16, 2020 / no comments

À medida que os anos passam, vamos percebendo que a nossa história pessoal é entrecruzada por inúmeros encontros que a marcam e, de alguma forma, a condicionam sem a determinar. Particularmente, agradeço ter encontrado muitas pessoas que hoje percebo suas marcas nos passos que tenho trilhado. Certamente, essa é uma constante na vida de todo ser humano. A qualidade de nossos “encontros” é determinante para a nossa missão neste mundo. Os familiares são os primeiros, mas depois vêm educadores, amigos, pessoas que trabalharam conosco, etc. De tal modo, ninguém consegue ser ele mesmo sem o encontro com tantas pessoas e realidades que acabam se tornando divisores de águas e forjando aquilo que vamos tornando-nos.

O Papa Francisco repete com certa frequência que “a pessoa é missão”. Estamos aqui por algo que tem a ver com aquilo que, de fato, somos, mas que vai se constituindo com aquilo que se vive. A vida de ninguém é inútil, mesmo daqueles que pensamos não terem sido tão agraciados pela vida com dons naturais, ou até mesmo, com saúde física e mental. O ser humano sempre surpreende, mas para isso é preciso encontrar-se com alguém ou com circunstâncias que nos ajudem a tirar o melhor de nós.

As circunstâncias da vida também não são indiferentes. Lembro-me sempre de um ditado dos ingleses que define o que é a vida. Segundo eles dizem, “a vida é aquilo que vai acontecendo, enquanto a gente vai fazendo planos”. É preciso aprender a escutar nos acontecimentos os apelos de Deus.

O Deus dos cristãos, o Deus que se revelou em Jesus Cristo, tem isso de único na história das religiões, a sua revelação se deu no ritmo da história de um povo. Ele se apresentou como um Deus que caminha com os seus escolhidos e foi no ritmo dos fatos que Ele foi mostrando o seu rosto. Portanto, a história com toda a liberdade humana que a envolve, é lugar de encontro com Deus e com o seu projeto amoroso que é sempre maior do que nós mesmos e nos faz ser nós mesmos.

Através de tantos acontecimentos, Deus foi se fazendo encontrar e oferecendo à humanidade aquelas referências que dão sentido à vida. Ele rompeu o silêncio e falou. A criação é uma Palavra de Deus. Por isso, através dela tantos sábios chegaram à firme convicção de que Deus existe. Mas Ele também quis ser mais explícito e nos falou através de homens e mulheres e, finalmente, nos falou pelo seu Filho, Jesus Cristo.

Este domingo, na liturgia católica, o tema das referências aparece nos mandamentos de Deus. Eles traduzem o caminho de realização do ser humano e, ao serem explicados mais explicitamente por Jesus, podem realizar a sua finalidade que é colocar o ser humano dentro da proposta de Aliança que Deus lhe faz. Deus assim o quis para que o ser humano não perdesse a rota da viagem que é a vida e possa chegar a um porto seguro. Essas referências são os 10 mandamentos. Antes que os ver como “obrigação”, é preciso que os percebamos como indicações de um Pai que quer muito bem a seus filhos. São João Paulo II falou certa feita que “antes dos mandamentos de Deus está o Deus dos mandamentos”. Essa referência não se pode perder. Aliás, Deus não entregou os mandamentos a Moisés sem antes ter se mostrado ao povo como um Deus que se interessava pelo destino daquela nação e sem ter antes libertado aquele povo da escravidão do Egito. Este é o contexto dos mandamentos e que revela que a Lei de Deus tem a ver com o bem do ser humano.

Compartilhando essa experiência, penso em algumas pessoas que às vezes escuto dizer: “faltam-nos referências”. É verdade que a vida tem suas complexidades, mas sempre tem alguém que pode estar perto de nós indicando caminhos: pessoas, circunstâncias, fé. É preciso ter olhos para enxergar que não estamos sozinhos.

 

Artigo de Dom Gilson Andrade da Silva, bispo de Nova Iguaçu e Vice-presidente do Regional Leste 1 – CNBB.

Administrador Apostólico é oficialmente apresentado à Diocese de Nova Friburgo

fevereiro 12, 2020 / no comments

Na manhã de 9 de fevereiro, o Administrador Apostólico da Diocese de Nova Friburgo, Dom Paulo Antônio De Conto, foi oficialmente apresentado ao seu novo rebanho: a comunidade diocesana, representada por centenas de membros dos três Vicariatos Episcopais. A Missa de Apresentação aconteceu na Catedral Diocesana São João Batista, em Nova Friburgo, sendo marcada por quatro grandes características de Dom Paulo: alegria, unidade, amor e acolhida!

Ao seu redor, concelebrava um Clero unido por um mesmo ideal: acolher de braços abertos o seu novo Bom Pastor. Dom Paulo, que é Bispo Emérito de Montenegro/RS, iniciou a celebração demonstrando sua alegria em estar aqui. “Catedral é o símbolo, o centro de toda a Diocese, onde o povo diocesano se concentra na sua espiritualidade com a proteção e a benção do Pastor, que é o Bispo… Estou aqui há dez dias, já percorri uma série de paróquias, Padres encontrei, em especial o Colégio de Consultores, com quem estive várias vezes. Como é bom estar aqui para dar início publicamente ao Governo desta Diocese. Fico feliz!”.

Saudando as autoridades civis, o Clero e seus diocesanos, apresentou entre esses os padrinhos escolhidos para esse tempo de Governo: Pe. Alexandre Albuquerque (no Clero) e os casais Rita e Alex, Eunice e Amaral (entre os leigos), justificando que os convidou para serem os representantes do povo junto ao Administrador Apostólico, e acrescentou. “Quantas vezes o Bispo precisa de um ombro para reclinar a sua cabeça ou vice-versa, pois o ombro do Bispo está disposto para todos reclinarem as suas cabeças, podem vir”, disse, convocando o povo a ser aproximar de seu Administrador.

Já no começo da celebração foi lido o Decreto da Nomeação de Dom Paulo para Administrador Apostólico, cargo que ocupa interinamente até que o Sumo Pontífice nomeie um novo Bispo.  Em sua homilia, agradeceu primeiramente o trabalho de Dom Edney e a receptividade calorosa de nossa Diocese. Continuou dizendo aos presentes que seu trabalho pastoral, desde o princípio, se baseava em não se pertencer, mas pertencer ao Reino de Deus, à Igreja, vivenciando o seu lema episcopal: ‘O meu viver é Cristo’ (Fl 1,21).

– O Papa me chamou, disse: sim, aqui estou. Sei que não estou sozinho, estou acolhendo com muita alegria e sendo acolhido pelo nosso Presbitério da Diocese e por todo o Povo de Deus. Não me pertenço, nada tenho. Pertenço à Igreja. Parti para ser missionário no Mato Grosso, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e aqui estou. Como disse: disponível para amar, alegrar e fazer o povo feliz. Meu primeiro decreto já fiz, dei um ‘nome’ para essa Diocese, de hoje em diante você dirá: sou da Diocese da Alegria. Como é importante a alegria, a paz, o perdão, a misericórdia e seguir Jesus Cristo. Nada de cara feia, cara feia assusta! Portanto, de hoje em diante, todos mostrando os dentes de sorrisos, alegria, entusiasmo. Concordam ou não concordam? – diante dessa pergunta recebeu da assembleia um expressivo sim, seguido de calorosa salva de palmas.

Sempre afirmando que veio “para preparar a vida do novo Bispo, que será apresentado pelo nosso Papa”, desejou que a alegria de Jesus Ressuscitado, da vida gloriosa em Jesus, possa estar na família, no trabalho, nas ações pastorais, nas ações da Igreja. Fazendo uma reflexão do Evangelho (Mt 5,13-16), disse aos presentes que devemos ser sal para ter gosto e ser gosto, convidando cada um a comunicar a alegria de Jesus, nossa luz e luz do mundo, caminhar demonstrando a luz de Cristo e evangelizando na fé.

Concluiu dizendo que o Bispo é o pastor, cuida das ovelhas. Ele tem o cajado (o báculo), para caminhar, para cuidar, para proteger, para guiar seu rebanho. Não devemos deixar o Bispo cuidar sozinho das ovelhas, mas, também os Padres, o povo de Deus rumo à unidade que nos faz caminhar ao encontro do céu. “O cajado é um símbolo muito importante. Ele não é só do Bispo, é dos Padres e do povo. É a unidade que nos faz caminhar! Se deixam o Bispo caminhar sozinho, o povo se torna muito fraco. Se todos ajudam, o povo se torna forte. Então vou deixar esse báculo, esse belo símbolo, passar de mão em mão, quem quiser pode até beijá-lo com o compromisso de ajudar ao Bispo e ao povo de Deus desta Diocese. Todos assumindo essa responsabilidade”, enfatizou.

Ao final, foram feitas homenagens de boas-vindas ao Administrador Apostólico. Primeiramente foram lidas as mensagens enviadas pelo Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese do Rio de Janeiro/RJ, Cardeal Orani João Tempesta, e pelo Bispo de Montenegro/RS, Dom Carlos Romulo Gonçalves e Silva. Posteriormente, o paroquiano da Catedral, Aldo Marques, leu uma bonita homenagem de acolhida dos leigos da Diocese de Nova Friburgo a Dom Paulo. Por fim, a pedido do Epíscopo, todos reuniram-se para uma fotografia, eternizando com essa imagem as maravilhas vividas neste dia.

 

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Texto: Grasiele Guimarães e Lucas Scotta (Coordenador Pascom da Paróquia de São Jorge das Missões – Rio das Ostras)

Fotos: Grasiele Guimarães

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