O Bispo Auxiliar de Niterói Dom Luiz Antônio Ricci lança no dia 30 de abril o livro A Morte Social: Mistanásia e Bioetica em Campos

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A Morte Social: MIstanásia e Bioética (Editora Paullus), livro do Bispo Auxiliar de Niterói será lançado em Campos no dia 30 de abril, as 18h no Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Avenida Santo Afonso, 208). O lançamento acontecerá durante a palestra que fará na cidade, no Projeto Comunicação & Cidadania desenvolvido pela Pastoral da Comunicação Diocesana que durante o ano debaterá temas de interesse social. Segundo o Coordenador Pastoral, Pe. Maxiliamo Barreto várias palestras e conferencias estão agendadas e o objetivo é levar a sociedade a analisar temas na ótica da doutrina social da igreja católica.

– É muito importante realizar debates sobre temas que merecem atenção da sociedade. E iniciamos com o lançamento do livro de Dom Luiz Antonio Ricci. Os interessados em participar já podem fazer as inscrições nas secretarias paróquias e na Livraria Diocesana. – explica Pe. Maxiliano.

Com o objetivo de resgatar a dignidade de viver e morrer, o autor propõe uma análise sobre o conceito de mistanásia – a morte infeliz causada pela exclusão social. A morte social – Mistanásia e bioética é resultado do pós-doutorado do de Dom Luiz Antonio Lopes Ricci, que apresenta o conceito de mistanásia (morte social, precoce e evitável), pelo viés da bioética social, cotidiana, crítica, latino-americana e integrativa.

Segundo Dom Luiz, a bioética, como ética aplicada, situada num contexto social injusto e plural, visa contribuir para a defesa e a promoção da vida humana, sobretudo, a vulnerada e exposta à possibilidade de morte mistanásica.

Para Luiz Antonio, por meio deste novo conceito, o Brasil tem algo novo a dizer ao mundo: “Assim como alargar o horizonte da reflexão com a ‘voz’ mistanásia, que pode ser integrada à sinfonia da bioética global, transnacional e plural, objetivando o bem viver, a justiça e a vida digna para os empobrecidos e vulnerados. Por essa razão, ao abordar questões vitais e centrais para uma vida digna e com qualidade, o conceito de mistanásia deve ser algo transversal na produção da bioética, não um tema isolado”, conclui.