Clero da Diocese de Nova Friburgo se reúne em Cantagalo para Dia de Santificação

O Clero da Diocese de Nova Friburgo se reuniu no dia 22 de junho para o Dia de Santificação. Unidos ao Bispo, Dom Edney Gouvêa Mattoso, os sacerdotes viveram uma manhã de recolhimento, oração, Adoração a Jesus Sacramentado, confissões e Santa Missa, sendo a programação encerrada com um almoço de confraternização. A atividade aconteceu no Santuário Diocesano do Santíssimo Sacramento, em Cantagalo.

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As boas vindas foi dada pelo Pároco de São Benedito, em Rio das Ostras, e membro da Pastoral Presbiteral, Pe. Gustavo Cinne, que passou a palavra para Dom Edney.

– Este Dia de Santificação do Clero, como todos sabem, foi instituído pelo Papa João Paulo II com a Congregação para o Clero. Foi uma iniciativa muito feliz, pois nós, padres diocesanos, precisamos fomentar cada vez mais a nossa espiritualidade e estamos focados exatamente no Coração de Jesus. Amanhã celebramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que é sempre para nós um ideal – recordou o Bispo.

Logo após, o Reitor do Seminário Diocesano Imaculada Conceição, Pe. José Ruy Corrêa Junior, fez uma breve meditação sobre a vida sacerdotal, lembrando as bênçãos e desafios dos padres. A Adoração ao Santíssimo Sacramento foi conduzida pelo Vigário Paroquial de Nossa Senhora da Saúde, em Casimiro de Abreu, e Coordenador Diocesano da Pastoral Litúrgica, Pe. Rafael Archetti. Posteriormente, os sacerdotes tiveram um momento para as confissões.

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Além dos presbíteros, os fiéis da cidade de Cantagalo também estiveram no templo no decorrer da programação. A Santa Missa foi presidida pelo Bispo e concelebrada pelos padres dos três Vicariatos Episcopais. Na homilia, o Prelado abordou a leitura do Evangelho do dia que narrava a oração do Pai Nosso e frisou que a escolha de seu lema Episcopal – Fiat Voluntas Tua – foi extraída desta oração. “Como é difícil realizarmos na plenitude do termo a Vontade de Deus, mais ainda quando essa vontade deve ser traduzida no ministério que fomos chamados a viver no meio do povo que nos foi confiado”.

– É necessário que haja em nós, que somos embaixadores do perdão de Deus, esse dilatamento do coração em relação, principalmente, aos outros. As dificuldades, as incompreensões, em tudo isso somos chamados a sermos de fato esses embaixadores do perdão, que devemos distribuir com largueza. Jesus destaca isso na oração do Pai Nosso.

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A união também foi tema da homilia. “É importante que sejamos unidos, pois unidos somos fortes. A nossa dificuldade pessoal pode ser fortalecida pela virtude do outro. Cada um de nós traz uma grande riqueza que pode edificar os outros. Precisamos da compreensão do irmão diante dos nossos defeitos, não da conivência, mas da compreensão”.

O Bispo recordou que o Sagrado Coração de Jesus é o principal caminho para a proximidade para com o povo. “O nosso grande paradigma é o Coração de Jesus, pois de fato é Nele que vamos aprender tudo isso que São Paulo e o próprio Jesus no Pai Nosso, que é a oração que se traduz como programa de vida para nós, quiseram dizer. É aprendendo do Coração de Jesus que seremos mais próximos do povo que Ele nos confiou”. Ao final da Santa Missa, o Vigário Geral e Pároco, Pe. Marcus Vinicius Macedo, deixou algumas palavras de agradecimento ao Bispo, que em sua fala também recordou todos que colaboraram para a realização deste momento. Para encerrar as atividades, foi oferecido aos sacerdotes um almoço de confraternização.

Texto e fotos: Monara Teixeira